25.11.2011 –

25.11.2011 –

 

STF - Repercussão geral – Limites objetivos da coisa julgada –Execução de sentença-Incorporação da URP-

 

         Em recurso no qual se discute os limites objetivos da coisa julgada em fase de execução de sentença e interposto contra sentença de improcedência de ação rescisória ajuizada por funcionários aposentados do Banco do Brasil, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a existência de repercussão geral. A ação originária foi proposta para garantir a incorporação ao vencimento dos autores de parcela da URP (Unidade de Referência Padrão) de 1989.

Fonte: Valor Econômico-

 

Aluno adventista – Obtenção de liminar para garantia de horário especial-

 

         Um aluno adventista do Sétimo Dia, observante do “shabath” obteve liminar, garantindo-lhe horário especial para atender aos compromissos acadêmicos. O juiz federal da 3ª Vara Federal de Bauru, que concedeu a medida, se baseou em dois tratados internacionais e na própria Constituição Federal (art.19), assinalando não se tratar de privilégio ao estudante, além de inexistir prejuízo para a Universidade na prestação de seu serviço.

Fonte: Conjur –

 

Código Comercial-Consulta pública pela internet-

 

         O Ministério da Justiça lançou um site de consulta pública sobre o projeto em tramitação na Câmara dos Deputados, do Novo Código Comercial, pelo prazo de 60 dias, após o qual, o Código será debatido pelos professores Erasmo Valladão Azevedo e Novaes França, Fábio Ulhoa Coelho, José Alexandre Tavares Guerreiro e Paula Andrea Forgioni.

Fonte: Conjur

24.11.2011-

24.11.2011-

 

CNJ – Suspensão da posse de servidor – Questionamento –

 

         Atendendo a pedido de servidora da Justiça Federal, o Conselho Nacional de Justiça suspendeu a posse de servidor público, aprovado em concurso como analista judiciário do TRF, em Manaus. O servidor impetrou Mandado de Segurança no Supremo Tribunal Federal, requerendo liminar para suspender os efeitos da decisão do CNJ e permitir sua posse.

Fonte: Conjur –

23.11.2011 –

23.11.2011 –

 

STJ – Reparação por dano moral – Transmissibilidade-

 

         A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça confirmou a procedência de ação ajuizada por herdeiros, reconhecendo a legitimidade ativa dos mesmos para buscar a indenização que havia sido pleiteada por juiz de direito, sob a alegação de “graves ofensas” que lhe teriam sido feitas. Apesar do caráter personalíssimo do direito à indenização por dano moral, a Ministra Relatora, Nancy Andrighi entendeu que em caso de falecimento do titular, o direito é transmissível tanto aos herdeiros como ao espólio.

Fonte: JusBrasil-

22.11.2011-

22.11.2011-

 

CNJ- Investigação da evolução patrimonial de vários magistrados-

 

         A Corregedora Nacional de Justiça, Ministra Eliana Calmon, investiga a evolução patrimonial de 62 magistrados que não apresentaram declaração de renda nos últimos anos ou foram denunciados por desvio de conduta. Segundo suas próprias palavras, a Ministra está se aprofundando no exame dos processos, lembrando que muitas vezes os magistrados são acusados pela parte que perde a demanda, como forma de vingança.

Fonte: Conjur-

 

Judiciário – Aprovação de metas para 2012 e 2013-

 

         Durante o V Encontro Nacional do Judiciário, encerrado no dia 18/11, em Porto Alegre, foram aprovadas as metas para 2012 e 2013, que compreendem o julgamento de maior quantidade de processos de conhecimento em 2012, em relação ao número dos que ingressam. As  metas são para todos os ramos da Justiça, como afirma o Ministro Cezar Peluso, Presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça.

21.11.2011-

21.11.2011-

 

Julgamentos virtuais -  Possibilidade de regulamentação pelo novo CPC-

 

         A Comissão de juristas encarregada de analisar o novo Código Processo Civil sugeriu ao Relator do projeto Deputado Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA), que seja incluído no texto a permissão para que os julgamentos virtuais das ações que não admitem sustentação oral, como é o caso de alguns recursos e questionamentos sobre conflito de competência. A proposta não conta com o apoio da OAB,  sob alegação de violação ao princípio constitucional da publicidade.

Fonte: Conjur