Conselho Nacional de Justiça- Execução penal – Grupo de Trabalho- Planos econômicos - Correção monetária de cadernetas de poupança- Decisão do STJ -Reforma do CPP – Sugestões enviadas ao Senado pelo CNJ-

25.08.2010-

 

Conselho Nacional de Justiça- Execução penal – Grupo de Trabalho-

 

         O Presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Ministro Cezar Peluso, através das Portarias 147 e 151, instituiu Grupo de Trabalho para acompanhar permanentemente a execução penal no país. A equipe será coordenada pelo Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF) do CNJ. Segundo seu coordenador, juiz Luciano Losekann, a idéia é promover o acompanhamento regular do sistema e uniformizar a execução penal no país.

 

Planos econômicos - Correção monetária de cadernetas de poupança- Decisão do STJ –

 

         Em texto de Rodrigo Haidar, foi noticiada pela revista eletrônica Consultor Jurídico, a decisão unânime do Superior Tribunal de Justiça, favorável aos poupadores, no sentido de serem os bancos responsáveis por ressarcir perdas aos clientes que tinham cadernetas de poupança em 1987,1989, 1990 e 1991, anos nos quais foram editados pelo Governo federal os planos econômicos Bresser, Verão , Collor I e Collor II.

 

Reforma do CPP – Sugestões enviadas ao Senado pelo CNJ-

 

        

O Conselho Nacional de Justiça sugeriu algumas propostas ao Projeto de Lei nº156/2009, de reforma do Código de Processo Penal, dentre elas a adoção do Processo Judicial Eletrônico, já em implantação em alguns tribunais do país, a criação da figura do juiz de garantias, para otimizar a atuação jurisdicional criminal e manter o distanciamento do juiz incumbido de julgar o processo e o estabelecimento do prazo máximo de 360 dias para a conclusão do inquérito, quando o investigado estiver solto – depois desse prazo, deverá ser oferecida denúncia ou arquivado o procedimento.

 

Fonte: Conjur

Nota da edição-

Nota da edição-

 

         A propósito da matéria – revisão anual dos subsídios – foi enviado o Comunicado 004/10 aos associados da ANDES, esclarecendo as providências tomadas por esta Associação, formulando pedido de emissão de Nota Técnica ao Conselho Nacional de Justiça e que veio a ser abortado com a decisão do Conselheiro Relator, considerando-a como parte ilegítima para a postulação e determinando seu arquivamento.

Correção dos subsídios da magistratura- Entidades apóiam o STF e a PGR

24.08.2010-

 

Correção dos subsídios da magistratura- Entidades apóiam o STF e a PGR-

 

         Juízes e membros do Ministério Público divulgaram nota conjunta para manifestar “apoio institucional” aos projetos de lei enviados ao Congresso Nacional pelo Supremo Tribunal Federal e pela Procuradoria-Geral da republica que tratam do reajuste anual dos salários de seus integrantes. De acordo com as entidades “não procede a afirmação de que o objetivo de tais proposições seja retirar do Congresso Nacional quaisquer  de suas prerrogativas constitucionais”. Em nota divulgada na sexta-feira (20/8), o STF explicou que o reajuste anual está previsto no art.37, inciso X da Constituição Federal.

 

Fonte: JusBrasil

Conselho Nacional de Justiça – Lei Maria da Penha

23.08.2010-

 

Conselho Nacional de Justiça – Lei Maria da Penha-

 

         Foi lançada esta semana, pelo Conselho Nacional de Justiça, campanha publicitária nacional para divulgar a Lei Maria da Penha, com isso incentivando a aplicação da referida lei nos órgãos do Judiciário. Garantir a efetividade da Lei Maria da Penha é uma das ações do CNJ em favor das mulheres vítimas de violência doméstica, tendo o Conselho produzido peças que serão veiculadas nos meios de comunicação. O Tribunal de Justiça da Bahia também está na campanha, com o propósito de erradicar do país a violência contra mulheres, chamando a atenção para esse grave problema.

 

Fonte: JusBrasil

Conselho Nacional de Justiça –Concessão de vantagens a juízes-Recurso da AGU

22.08.2010-

 

Conselho Nacional de Justiça –Concessão de vantagens a juízes-Recurso da AGU-

 

         O governo deu aval para a Advocacia-Geral da União (AGU) recorrer da decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que estendeu administrativamente aos juízes vantagens como a venda de férias, licença-prêmio e auxílio-alimentação, dadas ao Ministério Público Federal. Segundo a AGU, seria ilegal estender os benefícios sem a aprovação de projeto de lei pelo Congresso.

 

         De acordo com texto extraído do Sindicato dos Oficiais de Justiça da Paraíba e publicado no jornal Estado de São Paulo o CNJ estaria consagrando privilégios, “passando a legislar sobre matérias que fogem a sua alçada”.

 

Fonte: JusBrasil